<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<!-- generator="wordpress/2.3.3" -->
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	>

<channel>
	<title>Qualquer Bobagem</title>
	<link>http://qualquerbobagem.awardspace.com</link>
	<description>Escute uma canção, leia qualquer bobagem, ouça o coração... ou não.</description>
	<pubDate>Tue, 02 Sep 2008 13:18:06 +0000</pubDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.3.3</generator>
	<language>en</language>
			<item>
		<title>Um pouco de blá blá blá com uma porção de Vatapá</title>
		<link>http://qualquerbobagem.awardspace.com/?p=25</link>
		<comments>http://qualquerbobagem.awardspace.com/?p=25#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 02 Sep 2008 02:48:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jeft</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://qualquerbobagem.awardspace.com/?p=25</guid>
		<description><![CDATA[Convivo com pessoas que podem ser classificadas de três maneiras: aquelas que me enchem de aflição, ciúme, alegria, insatisfação, ódio, inveja, amor, raiva&#8230; Que fazem com que eu me sinta humano, que fazem eu ter a doce ilusão de estar vivo. Também tem aquelas que chegam e drenam o inchaço causado por todo esse excesso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Convivo com pessoas que podem ser classificadas de três maneiras: aquelas que me enchem de aflição, ciúme, alegria, insatisfação, ódio, inveja, amor, raiva&#8230; Que fazem com que eu me sinta humano, que fazem eu ter a doce ilusão de estar vivo. Também tem aquelas que chegam e drenam o inchaço causado por todo esse excesso de humanidade desnecessária. Que me fazem ver o quanto é vazio e revigorante estar vivo de verdade. E por ultimo, mas não menos importante (hahaha), tem aquelas que são insignificantes, que sou obrigado a conviver.</p>
<p>As duas primeiras funcionam como uma balança, na ausência de uma delas, perco o meu equilíbrio e me estabaco de cara no chão. Sou uma porra de um pisciano.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://qualquerbobagem.awardspace.com/?feed=rss2&amp;p=25</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Pirralho Pervo - Parte III</title>
		<link>http://qualquerbobagem.awardspace.com/?p=24</link>
		<comments>http://qualquerbobagem.awardspace.com/?p=24#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 30 Jul 2008 03:11:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jeft</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Crônicas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://qualquerbobagem.awardspace.com/?p=24</guid>
		<description><![CDATA[Em um desses natais, o pirralho ganhou um computador com internet e tudo, coitado, o moleque pirou, passou umas duas semanas pregado no computador e descobriu um chat que podia encontrar meninas – ou meninos, vai saber – e levar elas pro reservado e enfiar seus bilhões de 1 nos bilhões de 0 delas (Saliência [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em um desses natais, o pirralho ganhou um computador com internet e tudo, coitado, o moleque pirou, passou umas duas semanas pregado no computador e descobriu um chat que podia encontrar meninas – ou meninos, vai saber – e levar elas pro reservado e enfiar seus bilhões de 1 nos bilhões de 0 delas (Saliência virtual&#8230; código binário e tal, saca?). Pronto, em tempos de informatização, o pirralho informatizou sua cosquinha também. Bater bronha e teclar putaria ao mesmo tempo era tudo que ele queria, não tinha nada melhor pra se fazer. Jeft chegava do colégio e já não se trancava mais no banheiro, agora se trancava no quarto e dali só saía pra comer e ir pra aula.</p>
<p>Jeft era alto, 22 anos, moreno claro, corpo escultural, olhos castanhos bem claros, cabelo liso, e o principal, bem dotado. Sem duvidas era o terror dos chats, e tava sempre praticando do sexo mais selvagem com lindas mulheres de olhos, bocas, tetas, bundas e tudo grande, mulheres que gostavam de levar tapas na cara enquanto eram penetradas pelo nosso garanhão, que teclava freneticamente e pressionava o <em>enter</em> com a mesma força que empregava nas ancas de suas companheiras de reservado na hora de arrebentar as pregas delas com sua pica de 20 centímetros.</p>
<p>Todo dia era o mesmo ritual, Jeft sentava na cadeira, ligava o pc, esfregava as mãos, estralava os dedos, olhava fixamente para o monitor e se conectava a internet. Quando ele entrava na sala, as meninas piravam, chegava até a rolar discussão pra ver quem iria primeiro com ele. O moleque era bom, as meninas adoravam a língua dele, o cara tocava vaginas como violinos, era bom nas preliminares e na hora do bom e velho “in-out, in-out”, ele não decepcionava e levava todas ao orgasmo.</p>
<p>Mas para o azar do experiente e cobiçado Jeft, começaram a aparecer uns carinha com nicks do tipo: <em>Gatinho[Cam], Bem_dotado[Cam], Sexo_na_Cam. </em>Aí fodeu-se, todas corriam pra cima dos pirocanacam. Então o nosso pirralho sentiu a dor de ser passado pra trás, de ser trocado e essa <a href="http://bp0.blogger.com/_G0xNktDP4GM/R9mnRJ_FIwI/AAAAAAAAAA8/_kBx3hGWE5A/s320/merda.gif">quel</a> toda. Jeft ficou triste, deprimido&#8230; Sua vida não tinha mais sentido, só se resumia a ir pra aula e passar o resto do dia fodendo – o teclado, o mouse, a mão – mulheres de todo esse Brasil varonil.</p>
<p>Estava chegando as férias, e então o pai dele chamou ele pra ir passar as férias em alguma cidadezinha do interior. O moleque não queria ir, mas o pai o levou assim mesmo. Chegando lá, passaram-se alguns dias, então o pai dele veio e apresentou uma menina muito bonita. 17 anos, alta morena, olhos grandes, bunda grande, seios grandes&#8230; Enfim, a menina era exatamente como as meninas lindas dos chats. O pirralho não tava acreditando que estava cara-a-cara com uma de suas deusas virtuais e ele era só um moleque de 14 anos que se matava na frente do pc. O mais espantoso era que aquele monte de areia queria ser transportado na carroça do nosso amigo. Naquele mesmo dia, os dois começaram a ficar. Jeft endoidou, nem revistas, nem cosquinha, nem chats fizeram ele ficar tão feliz.</p>
<p>- E aí, moleque? Como foi? Passaste a mão nela? – Foram as primeiras palavras que ele ouviu do pai dele quando chegou em casa.</p>
<p>- Estás falando do que, pai? – Se faz de desentendido.</p>
<p>- Tu sabes de quem eu to falando.</p>
<p>- Da Aninha? - Sim, diga lá, meu filho, como foi?</p>
<p>- Normal, pai.</p>
<p>- Como assim <em>“normal, pai”</em> ? Passaste a mão nela?</p>
<p>- Claro que não, começamos a ficar hoje, né?</p>
<p>- O que? Não vacila, rapá. Aquela moleca já fode!</p>
<p>- Como tu sabes?</p>
<p>- Sabendo.</p>
<p>O pai do moleque não conseguia esconder a ansiedade, afinal de contas, aquela era a prova final pra saber se o pirralho era bicha ou não. O moleque ficou estarrecido quando ouviu o pai dele dizer “aquela moleca já fode!”, ele já tava apaixonado pela aninha, e como bom homem que é, colocou sua <em>preciosa</em> no pedestal e ninguém a tiraria dali e pensou “Ah, meu pai ta de putaria, aninha é mó santa”.</p>
<p>No outro dia, Jeft acordou se arrumou todo, se perfumou e foi encontrar sua amada. Os dois trocaram alguns beijinhos e Jeft jurou amor eterno a ela. A ninfeta não parecia muito entusiasmada com essa historia, parecia que só tava cumprindo uma obrigação, mas o mané nem se deu conta. Passaram-se dois dias e nada de mãos nas pernas, muito menos nos peitos. Até que a menina se encheu e resolveu fazer um triangulo amoroso sem perguntar para o Jeft o que ele achava ou simplesmente o trocou por outro e nem disse nada, mandou o cara ir avisar pra ele, sério, ela mandou mesmo.</p>
<p>- Não te falei, porra? – Frase clássica e irritante do seu pai – Mas não esquenta, ela vai voltar, aí tu faz o que tens que fazer.</p>
<p>Porra, bicho. Nunca o moleque tinha sentido tanta raiva, agiu como um mané quando o cara foi o sacanear, mas depois ficou bolando planos mirabolantes de como ele torturaria o filho da puta e de como comeria a safadona. Mas nem precisou botar os planos em pratica, no dia seguinte, aninha veio toda envergonha pedir desculpa e reatar o “namoro”. Jeft não entendeu nada, mas aceitou as desculpas e já sabia <em>o que fazer</em>.</p>
<p>Nem precisou ele se incomodar em levar as mãos até as pernas dela, ela mesma levou as mãos dele até suas pernas, pronto, era o que ele queria, foi com a mão subindo entre as pernas dela e passou a mão por dentro da calcinha e pela primeira vez sentiu aquela meleca maravilhosa em suas mãos, a menina nem <em>chiou. </em>Logo os dois foram para a casa dela.</p>
<p>Quando Jeft tirou a calcinha dela, seus olhos brilharam – Até hoje, pra ele, a hora de tirar a calcinha é uma das partes mais sublimes – e ficou na duvida se dava uma cabeçada na cabeça do cara da canoa ou se dava uma lambida, preferiu dar uma lambida rápida e depois <em>castigou</em> a menina com seu pintinho de não sei quantos centímetros. Ana parecia entediada e falava “tu não goza não, moleque”. Jeft ficou animado com o comentário dela, pensou que ela tava gostando do fato dele <em>demorar</em> tanto. Beleza, o pai dela chega e jeft é obrigado a se recolher para o banheiro e sentir a <em>cosquinha</em> sozinho lá. Esperou o pai dela patetar e foi embora feliz da vida. Simples assim sem muito <em>lenga-lenga</em>.</p>
<p>- Porra, bicho&#8230; – Todo orgulhoso, Jeft diz pro irmão – Saber que o teu pau ta todo arrebentado por uma boceta, é uma das melhores sensações que tu podes sentir.</p>
<p>- Conta como foi.</p>
<p>- Cara, foi muito bom, só não gozei&#8230;</p>
<p>- O que, rapá?? – O pai do moleque da um grito do banheiro – Como tu não gozaste, cara?</p>
<p>- Porque o pai dela chegou.</p>
<p>- Sei, sei&#8230;</p>
<p>- Porque ele se importa tanto? – Jeft pergunta baixinho ao irmão, que da de ombros.</p>
<p>- Traga ela pra cá amanhã, - Outro grito vindo do banheiro - eu e teu irmão sairemos.</p>
<p>No dia seguinte, Jeft nem precisou ir buscar-la, Aninha apareceu lá toda sorridente, logo depois que o pai do pirralho saiu com o irmão. Novamente Jeft não entendeu nada, mas nem quis saber de entender. Tratou de tirar a calcinha, deu umas cabeçadas na cabeça do cara da canoa e mandou ver, quando finalmente jeft tava quase se tornando oficialmente um homenzinho, ouve-se um grito: “Porra, Jeft! Mete com força nessa vagabunda!! HAHAHAHAHA”. Eram os caras que moravam ao lado, eles estavam brechando desde o inicio, os caras tiraram a forra das vezes que Jeft e seu irmão brecharam eles fazendo saliência também. Aninha ficou muito puta – mais do que já era – e não quis mais acordo, e novamente, Jeft foi sozinho ao banheiro.</p>
<p>- E aí, moleque, – nem precisa dizer quem é – gozou?</p>
<p>- Claro, pai!</p>
<p>- Esse é meu filhão!!!</p>
<p>Depois de um tempo, Jeft ficou sabendo que seu pai pagou ou papeou a menina pra ela tirar o seu cabaço, jeft acredita que ele tenha papeado mesmo, aquele velho não vale nada, mas quando se trata de papear uma vagabudinha, ele se transforma num gênio, se duvidar deve até ter comido a moleca também. Depois de um tempo também ficou sabendo que em chats de putaria só dá pirralinhas, pirralinhos e pederastas&#8230;</p>
<p>Pois é, a trilogia do Pirralho acaba aqui.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://qualquerbobagem.awardspace.com/?feed=rss2&amp;p=24</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Eu também te Pong</title>
		<link>http://qualquerbobagem.awardspace.com/?p=23</link>
		<comments>http://qualquerbobagem.awardspace.com/?p=23#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 09 Jul 2008 21:42:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jeft</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Crônicas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://qualquerbobagem.awardspace.com/?p=23</guid>
		<description><![CDATA[Um dia desses, estava eu configurando um computador em uma rede. Terminei de fazer a configuração, fui fazer o teste, o famoso ‘ping’. Quando você digita o comando “ping + o ip do servidor”, a tua maquina envia um pacote ao servidor e espera a resposta “pong” do servidor. Se tua maquina receber a resposta, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um dia desses, estava eu configurando um computador em uma rede. Terminei de fazer a configuração, fui fazer o teste, o famoso ‘ping’. Quando você digita o comando “ping + o ip do servidor”, a tua maquina envia um pacote ao servidor e espera a resposta “pong” do servidor. Se tua maquina receber a resposta, beleza, deu tudo certo. Tu ficas feliz da vida e parte para a próxima maquina. Se tua maquina não receber a resposta, alguma coisa deu errado, aí tu começas a se chatear, xinga a maquina e ás vezes até acaba socando-a.</p>
<p>Um dia desses disse “te amo” para uma garota e recebi o “também te amo”, logo lembrei do “ping”.</p>
<p>Pois é&#8230; Prefiro brincar de “ping-pong” com as maquinas.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://qualquerbobagem.awardspace.com/?feed=rss2&amp;p=23</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>O Vegetarianismo Babaca</title>
		<link>http://qualquerbobagem.awardspace.com/?p=22</link>
		<comments>http://qualquerbobagem.awardspace.com/?p=22#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 10 May 2008 17:51:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jeft</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://qualquerbobagem.awardspace.com/?p=22</guid>
		<description><![CDATA[Estão se alastrando pela Internet os vídeos e fotos de animais morrendo pela mão do homem, tudo isso acompanhado de textos cheios de amor pelos animais e ódio pelos humanos carnívoros e malvados. Eles mostram essas cenas, que no reino animal é muito comum, e querem que você se choque, e você se choca. Pobres [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estão se alastrando pela Internet os vídeos e fotos de animais morrendo pela mão do homem, tudo isso acompanhado de textos cheios de amor pelos animais e ódio pelos humanos carnívoros e malvados. Eles mostram essas cenas, que no reino animal é muito comum, e querem que você se choque, e você se choca. Pobres animaizinhos!</p>
<p>Pois bem, você não deve comer nenhum alimento de origem animal, pois nós devemos ser éticos com os animais, porque nos não precisamos de carne, porque comer animais é coisa de “homens das cavernas”, porque faz mal a saúde e blá, blá, blá.</p>
<p>Se alguém chega comigo e diz “Eu não como carne porque eu não gosto, eu acho carne uma merda”, eu aceitaria com muito mais facilidade do que o garotinho “revolucionário” que vem com esse papo de “ética entre os animais”.</p>
<p>Eles sentem pena dos animais que morrem cruelmente pelo homem malvado, mas não ficam nem um pouco chocados quando assistem um leão devorando uma zebra no globo repórter, ou melhor, na África. Preocupam-se tanto com os animais, mas esquecem das pessoas que são exploradas para fabricarem os tênis Adidas, Nike e outros, que os “vegans” gostam tanto de usar.</p>
<p>Não precisamos de carne? Você só encontra a vitamina B12 em alimentos de origem animal. Esta vitamina é responsável pela formação e regeneração das células vermelhas do sangue, prevenindo a anemia, mantém o sistema nervoso saudável, aumenta a capacidade de concentração, memória e equilíbrio, entre outros benefícios. A vitamina B12 é muito importante para o organismo humano assim como algumas proteínas também encontradas só nos alimentos de origem animal. Esses vegetarianos são todos uns anêmicos, burros e com os nervos a flor da pele. HAHAHA Essa piada foi tosca!</p>
<p>Dizem que não comem carne, porque a desmatamento para a criação de pastos é enorme. Esses que são contra o desmatamento, são os maiores consumidores de soja, que é a principal responsável pelo desmatamento na Amazônia.</p>
<p>Dizem também que não é de nossa natureza comer carne, pois não temos garras e dentes afiados. Agora eu pergunto: para que precisaríamos de garras e dentes afiados, se nós temos armas e talheres? É como diz o meu grande amigo Paulo “Nós não temos asas, mas voamos”. Pois é&#8230; Nós não somos comidos por eles, porque eles não sabem usar uma arma, porque senão&#8230;</p>
<p>Comer carne faz mal a saúde, também é um dos motivos. Me diga, qual é o alimento que não faz mal em excesso? Tudo em excesso faz mal. O que deve ser feito, é uma dieta equilibrada entre carne e vegetais. A matança de animais diminuiria, o desmatamento diminuiria, o numero de vegetarianos anêmicos diminuiria&#8230;</p>
<p>O que eu acho dessas pessoas? É um grande grupo de vegetarianos babacas, entre eles tem os que querem apenas passar uma impressão de rapaz cult e engajado, e tem também os mal informados que realmente acreditam em toda aquela baboseira.</p>
<p>Eu estava pensando aqui, e acabei achando uma maneira mais foda de mostrar o seu engajamento e a sua preocupação com os animais e com o resto do mundo. É o seguinte&#8230; Vamos ser éticos com todos os seres vivos. Não mais nos alimentaremos de pobres vegetais indefesos e imóveis, e nem de porra nenhuma. Vamos viver apenas de luz solar e água. Devemos ser éticos e respeitar todas as formas de vida! É muita covardia só comer plantinha, que não conseguem nem correr.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://qualquerbobagem.awardspace.com/?feed=rss2&amp;p=22</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Pirralho Pervo: O Inicio</title>
		<link>http://qualquerbobagem.awardspace.com/?p=21</link>
		<comments>http://qualquerbobagem.awardspace.com/?p=21#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 04 May 2008 03:30:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jeft</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Crônicas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://qualquerbobagem.awardspace.com/?p=21</guid>
		<description><![CDATA[Eu ia postar um texto sobre vegetarianos. Mas como vocês (E eu também) gostam mesmo é de putaria, então resolvi deixar (por enquanto)  de lado os vegetarianos, e deixa-los na compania do Pirralho Pervo ervo&#8230;
Um ova da Série Pirralho pervo:
Antes da &#8220;cosquinha&#8221; e da revista, Jeft tinha outra distração. Uma distração bem interessante. No quintal [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu ia postar um texto sobre vegetarianos. Mas como vocês (E eu também) gostam mesmo é de putaria, então resolvi deixar (por enquanto)  de lado os vegetarianos, e deixa-los na compania do Pirralho Pervo ervo&#8230;</p>
<p>Um ova da Série Pirralho pervo:</p>
<p>Antes da &#8220;cosquinha&#8221; e da revista, Jeft tinha outra distração. Uma distração bem interessante. No quintal de sua casa tinha uma casinha de brinquedo, que a prima dele tinha ganhado no natal. Era uma casa grande, cabiam umas três pessoas dentro. Nosso amigo taradinho amava aquela casa, pois lá morava sua princesa encantada, ele a visitava todos os dias. Ia pra aula e não via a hora de voltar para os braços de sua amada donzela. Jeft vivia um conto de fadas.<br />
Foram varias tardes de amor entre ele e sua concubina. Com apenas 9 anos, ele provou do mais pecaminoso prazer! Jeft se esbaldava na fartura de &#8220;sexo&#8221; que sua companheira o oferecia. Todas as posições que tu possas imaginar, o pervertido praticou. Jeft se entrelaçava nas pernas esticadas de Simone, sentia o seu cheiro estranho, beijava seus lábios que sempre estavam pintados de vermelho, cheirava aquele bonito e comprido cabelo louro, apertava sua bunda durinha. Era um paraíso.<br />
Tava indo tudo muito bem, as coisas nunca iam - e ainda não vão - tão bem para o garotinho. Em uma das tardes mais picantes, jeft estava lá experimentando uma nova posição, era uma posição que exigia que ele colocasse o pintinho na boca de sua companheira. Ele estava bastante empenhado em fazer a posição. Até que no meio do ato &#8220;PÁÁÁ&#8221;, a emprega bate a porta da casinha e flagra o nosso amigo numa posição um tanto quanto constrangedora!<br />
Jeft ficou infinitamente envergonhado. Depois desse dia nunca mais visitou sua grande paixão. Foi difícil ter que esquecer ela, mas a vergonha e o medo de ser visto novamente, eram bem maior.<br />
Para quem pensou que a princesa encantada era a prima, jeft da um sonoro grito: &#8220;que burro, da zero pra ele!&#8221;. Jeft transou pela primeira vez com uma boneca chamada Simone, que era um pouco menor que ele. Essa simples boneca despertou no garoto uma vontade incandescente de estar o tempo todo fazendo sexo.</p>
<p>No começo, ele nem sabia o que tava fazendo, só se deixava levar pelo prazer e pelo instinto, só por esses dois fatores. Depois ele foi pegando a pratica, e já sabia muito bem o que estava fazendo.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://qualquerbobagem.awardspace.com/?feed=rss2&amp;p=21</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Sobre Revolução</title>
		<link>http://qualquerbobagem.awardspace.com/?p=20</link>
		<comments>http://qualquerbobagem.awardspace.com/?p=20#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 29 Apr 2008 13:43:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Leite</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://qualquerbobagem.awardspace.com/?p=20</guid>
		<description><![CDATA[
Provavelmente não é possível que as não-elites tomem o poder para si sem interferência de alguém da própria elite.

Revoluções não visam rasgar a visão-de-mundo presente e sobrepor por uma nova e completamente diferente, visa apenas reformar a presente visão-de-mundo. Revoluções sempre têm como chave a elite. 
Embates entre elites já foram catalogados pela história antiga, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><meta http-equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8" /><meta name="ProgId" content="Word.Document" /><meta name="Generator" content="Microsoft Word 11" /><meta name="Originator" content="Microsoft Word 11" /></p>
<link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5Ccliente%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml" rel="File-List" /><!--[if gte mso 9]><xml>  <w:WordDocument>   <w:View>Normal</w:View>   <w:Zoom>0</w:Zoom>   <w:HyphenationZone>21</w:HyphenationZone>   <w:PunctuationKerning/>   <w:ValidateAgainstSchemas/>   <w:SaveIfXMLInvalid>false</w:SaveIfXMLInvalid>   <w:IgnoreMixedContent>false</w:IgnoreMixedContent>   <w:AlwaysShowPlaceholderText>false</w:AlwaysShowPlaceholderText>   <w:Compatibility>    <w:BreakWrappedTables/>    <w:SnapToGridInCell/>    <w:WrapTextWithPunct/>    <w:UseAsianBreakRules/>    <w:DontGrowAutofit/>   </w:Compatibility>   <w:BrowserLevel>MicrosoftInternetExplorer4</w:BrowserLevel>  </w:WordDocument> </xml><![endif]--><!--[if gte mso 9]><xml>  <w:LatentStyles DefLockedState="false" LatentStyleCount="156">  </w:LatentStyles> </xml><![endif]--><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial">Provavelmente não é possível que as não-elites tomem o poder para si sem interferência de alguém da própria elite.<o:p></o:p></span>
<p><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial"><br />
Revoluções não visam rasgar a visão-de-mundo presente e sobrepor por uma nova e completamente diferente, visa apenas reformar a presente visão-de-mundo. Revoluções sempre têm como chave a elite. <o:p></o:p></span></p>
<p><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial">Embates entre elites já foram catalogados pela história antiga, moderna ou contemporânea, sempre que uma reforma se viabiliza uma elite tem envolvimento direto ou indireto sobre a reforma, não é de hoje que as reformas começam no âmbito intelectual dos mais abastados e se tornam revoluções ou revoltas pelas mãos do povo.<o:p></o:p></span></p>
<p><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial">Seria por isso que a grande revolução Marxista não chegou a ser executada de forma correta? Seria por isso que tomadas de poder por uma elite de mentalidade socialista nunca deixou que seu povo governasse realmente sua conjuntura democrática?Talvez a grande massa popular não esteja realmente preparada para ter o poder em mãos e dividi-los com seus irmãos.<o:p></o:p></span></p>
<p><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial"><br />
O ideal Marxista se torna bem claro afinal, se o poder tem de estar na mão do povo, por que só um representante do povo tem que deter o poder? Se apenas o representante do povo detém poder ele é elite e não povo, como resolver esse impasse? Todo o povo detém o mesmo poder! Porém mesmo em uma sociedade utópica existem mediadores, e esses, sim detém mais poder ou privilégio que seus outrora iguais.<o:p></o:p></span></p>
<p><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial"><br />
Provavelmente não seja possível uma reforma sem influencia elitista, bem, uma boa fórmula revolucionaria é: Educa teu gado, se tu ainda tiveres poder sobre ele após isso, implementa tua visão de mundo em todo ele, seja o líder, não podes ser assassinado por seus homens (ou mulheres) de confiança que gradualmente foram criando sua própria ideologia e querem dominar o teu gado já esclarecido e imune à tua dialética. Domine e oprima toda e qualquer revolta interna do seu gado, incluindo revolucionários que tendem a reformar teu governo com o apoio de seguidores, extirpe brigas internas entre facções de ideologias conflitantes originadas de ramificações sociológicas da sua reforma, claro, faça isso sem ser taxado de opressor. Depois de dominar esse gado intelectual e não ser morto.<o:p></o:p></span></p>
<p><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial">Faça uma revolução socialista<br />
Não seja revoltado.<o:p></o:p></span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://qualquerbobagem.awardspace.com/?feed=rss2&amp;p=20</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Sobre Minha Avó e o Poder da Música</title>
		<link>http://qualquerbobagem.awardspace.com/?p=19</link>
		<comments>http://qualquerbobagem.awardspace.com/?p=19#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 25 Apr 2008 03:56:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jeft</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Crônicas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://qualquerbobagem.awardspace.com/?p=19</guid>
		<description><![CDATA[Não tem como negar. A música realmente é uma das melhores invenções do homem, ou quem sabe, é a melhor. Hoje tive mais uma prova de que essa premissa totalmente é verdadeira.
Um dia desses perguntei a minha avó quais musicas ela gostava de escutar, então ela disse:
- Eu gostava muito de samba canção, valsa, bolero, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não tem como negar. A música realmente é uma das melhores invenções do homem, ou quem sabe, é a melhor. Hoje tive mais uma prova de que essa premissa totalmente é verdadeira.</p>
<p>Um dia desses perguntei a minha avó quais musicas ela gostava de escutar, então ela disse:</p>
<p>- Eu gostava muito de samba canção, valsa, bolero, tango&#8230;</p>
<p>- E os cantores, quais eram os teus preferidos, vó?</p>
<p>- Ah! Eu gostava muito de Orlando Silva, Carlos Galhardo, Vicente Celestino e algumas musicas do Roberto Carlos.</p>
<p>- Qual a década do Roberto Carlos que a senhora gosta mais?</p>
<p>- Eu não gosto muito daquela época do calhambeque.</p>
<p>- Então a senhora gosta mais da década de 80 pra cá?</p>
<p>- Isso, gosto muito de “Montanha”, “Fé”&#8230; Que tocaram nos 15 anos da tua mãe, tocou também “Jesus Cristo”, mas eu não gosto muito dessa, todo mundo canta essa música&#8230;</p>
<p>Vi que ela ficou entusiasmada ao falar sobre o que ela gostava de escutar, então prometi gravar uns cds com as músicas desses artistas. Toda vez ela me cobrava os cds e eu sempre dizia que não tinha encontrado, que as musicas eram muito difíceis de encontrar. Era tudo mentira. Eu sempre esquecia de procurar, e inventava essas desculpas.</p>
<p>Hoje à tarde subi para tomar café, e minha avó tava lá sentada sozinha e pensativa. Sentei do lado dela e perguntei por que ela tava daquele jeito. Vê ela desse jeito já é normal pra mim, mas me veio uma vontade de perguntar, mesmo sabendo o que ela ia dizer.</p>
<p>- O que tu tens, vó?</p>
<p>- Ah, meu filho&#8230;</p>
<p>Ela começou a falar de dividas, de desavenças, de arrependimentos, de saudades e injustiças. Os grandes problemas de pessoas comuns e trabalhadoras. Ver minha vó com aquele olhar triste com uma lagrima escorrendo, me deixou irritado por saber que eu não poderia fazer nada para mudar tudo isso imediatamente. </p>
<p>Então pensei comigo “Posso sim fazer alguma coisa, é uma coisa pequena, mas acho que vai trazer uma felicidade instantânea”. Desviei a conversa pra outro rumo:</p>
<p>- Ei vó! Achei um site cheio de musicas antigas, acho que lá tem as musicas que a senhora queria.</p>
<p>- Será? Essas musicas são muito antigas! Tu não vais achar.</p>
<p>- Mas essa é a especialidade do site, musicas antiga – Consegui arrancar um sorriso dela com esse comentário. – Me diga quais são os cantores, que eu vou anotar.</p>
<p>Ela dizia os nomes, agora com um olhar diferente, tava menos infeliz do que antes, quando falava dos problemas. Anotei tudo, desci para procurar os tesouros. Enquanto eu procurava, ela veio duas vezes me perguntar se eu já tinha encontrado alguma coisa. A ansiedade dela me deixava mais interessado na buscar, estava muito feliz em saber que ia fazer minha avó feliz por um momento.</p>
<p>Depois de muita busca, consegui encontrar um cd de Carlos Galhardo, dois cds e um documentário de Orlando Silva. Isso me deixou muito feliz, mas muito feliz mesmo. Tratei logo de baixar tudo e gravar em cds. Fui eufórico dá a noticia pra ela, que ficou ansiosa para ver o resultado da peleja que eu tive na busca das musicas.</p>
<p>Depois da novela levei o dvd lá pra cima e coloquei o cd do Carlos Galhardo pra ela ver e me sentei de frente pra ela e fiquei atento a cada palavras e cada movimentos seus. </p>
<p>A primeira musica era “fascinação”, uma musica muito bonita que já foi re-gravada por vários artistas. Ela escutou a introdução e disse logo:</p>
<p>- Fascinação!! Essa é fascinação. “Os sonhos mais lindos sonhei&#8230;”</p>
<p>Ela não só disse o nome da musica, como também cantou a musica. Vê minha vó com os olhos brilhando e com um ar de felicidade e nostalgia, me deixou muito satisfeito, feliz e orgulhoso. É muito difícil conseguir deixar alguém que é cheia de problemas como ela, feliz daquele jeito, fazia muito tempo que eu não a via assim. Ao escutar o cd, ela se pos a se lembrar do seu passado, principalmente de sua infância.</p>
<p>Minha avó começou a ter responsabilidades quando era bem jovem. Ela era uma das mais velhas dos vários filhos, então ela tomava conta dos outros enquanto meus bisa-avos trabalhavam, e quando dava ia ajudar meu bisa-avô a tomar conta do açougue. Mesmo não sendo a mais velha, depois dos seus pais, era ela a responsável pela casa e muitas vezes pelos problemas familiares. Desde muito jovem, ela vem tentando resolver problemas dos outros e problemas dela. A partir daí ela não conseguia arranjar tempo para se dedicar ao prazeroso e simples ato de escutar música.</p>
<p>Ao escutar as musicas de Carlos Galhardo, ela voltou lá para sua infância, antes de começar a ter que cuidar dos problemas da casa, ela voltou pra época, que eu imagino que tenha sido a época mais feliz da vida dela, aquela época que ela não tinha grandes responsabilidades. Então Comecei a escutar historias de uma menina de nove anos.</p>
<p>Ela começou a se lembrar de vários cantores da época, falou vários, e eu só anotando. Entre eles tinha o Vicente Celestino, que quando tocava no radio, sua cachorrinha Tetéia começava a chorar ao ouvir as musicas de dor de cotovelo do Vicente. – Caetano Veloso fez uma linda versão no maravilhoso disco “Tropicalia Ou Panis Et Circenses”  de “Coração Materno”, que é uma música de Vicente Celestino - Tinha também o Francisco Carlos, que sua mãe escutava tomando cachaça e mascando tabaco enquanto lavava roupas. E também tinha Carlos Galhardo, que tinha suas músicas tocadas nos carros que pediam doações para ajudar pessoas carentes, ela chamava os carros de “pede-pede”. Me contou sobre um doente mental, que em noites de lua cheia, cantava bem alto varias músicas de Vicente Celestino.</p>
<p>Conversamos sobre musica, nuca pensei que um dia estaria falando com a minha vó sobre os cantores de hoje em dia não fazerem musica por amor, e sim por dinheiro. Ela falava dos grandes artistas de sua época, que não precisavam “fazer força para cantar”:</p>
<p>- Os cantores de minha época não precisavam se espremer pra mostrar um vozeirão bonito. Agora vê aquele Bruno do Bruno &amp; Marrone, arregala o nariz, a veia do pescoço salta, e a voz dele nem é lá essas coisas&#8230;</p>
<p>Contou-me também sobre o tal do samba de breque, que ela achava engraçado e fez uma comparação com Zeca Pagodinho:</p>
<p>- Escuta o samba de breque, tu vais gostar, é bem engraçado, é como se fosse o Zeca Pagodinho de hoje em dia. Procura Felipe Petroni.</p>
<p>- Ta vó, vou procurar. Tem mais?</p>
<p>- Espera, deixa eu lembrar.</p>
<p>O cd acabou, e então troquei pelo vcd com o documentário sobre Orlando Silva. Ela olhava atenta para TV com um olhar feliz. Cantava e dizia o nome de todas as musicas que tocavam no documentário. Ela estava impressionada com a qualidade da gravação das musicas e com a imagem. Ela dizia:</p>
<p>- Isso é muito antigo, essas musicas são do tempo da minha mãe, como elas podem estar tão limpinhas assim, e essas imagens&#8230;</p>
<p>A velinha tava muito contente, quando o artista falava sobre uma musica, antes dele dizer o nome da musica, ela já dizia antes.</p>
<p>- Essa é “Rosa”, essa musica é muito bonita.</p>
<p>- Olha ai, não disse que era “Rosa”.</p>
<p>Ela até anotou o numero da casa de Orlando Silva, pra jogar no bicho. Minha vó tava feliz, e eu tava mais feliz por ver ela reagindo daquele jeito. </p>
<p>Acabou o documentário e começou a tocar uma musica, ai eu perguntei:</p>
<p>- E essa vó, qual é?</p>
<p>- Eu sei qual é a musica, mas não lembro o nome. Viu só? Essa foi a única que eu não lembrei, porque o resto&#8230;</p>
<p>A musica acabou, então ela se calou, se levantou e disse o que ela diz todas as noites:</p>
<p>- Apaga todas as luzes, que eu vou pro meu quarto rezar! </p>
<p>- Deus te Abençoe, meu filho.</p>
<p>E tudo voltou ao normal.</p>
<p>Ela nem agradeceu, mas isso é algo muito irrelevante perto dos sorrisos que ela me deu. Foi tão bom conversar com a minha vó sobre sua infância e sobre suas musicas favoritas, eu é quem deveria agradecer a ela por tudo isso.</p>
<p>Agora me diga, música é ou não é uma das maiores invenções? Talvez até seja o nosso melhor refúgio, pois ela não nos cobra muito e nem nos prejudica!</p>
<p> </p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://qualquerbobagem.awardspace.com/?feed=rss2&amp;p=19</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Jogadores de Warcraft carregarão a tocha olímpica</title>
		<link>http://qualquerbobagem.awardspace.com/?p=18</link>
		<comments>http://qualquerbobagem.awardspace.com/?p=18#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 22 Apr 2008 02:52:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Brunno</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://qualquerbobagem.awardspace.com/?p=18</guid>
		<description><![CDATA[Noticia direto da China =] :
&#8220;Jogadores profissionais de StarCraft e WarCraft III serão os responsáveis por carregar a tocha olímpica até a abertura dos jogos de Pequim, informou o site Computer and Videogames.
Jae Ho &#8220;Moon&#8221; Jang e Li &#8220;Sky&#8221; Xiaofeng, chineses e campeões do jogo de estratégia medieval da Blizzard carregarão a pira olímpica na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Noticia direto da China =] :<br />
&#8220;Jogadores profissionais de StarCraft e WarCraft III serão os responsáveis por carregar a tocha olímpica até a abertura dos jogos de Pequim, informou o site Computer and Videogames.</p>
<p>Jae Ho &#8220;Moon&#8221; Jang e Li &#8220;Sky&#8221; Xiaofeng, chineses e campeões do jogo de estratégia medieval da Blizzard carregarão a pira olímpica na procissão que correrá as ruas da capital chinesa e terminará na cerimônia de abertura dos jogos. Junto com eles estarão Junchun &#8220;Pj&#8221; Sha e Lei &#8220;Leilei&#8221;Shen, campeões em torneios internacionais de StarCraft.</p>
<p>Os &#8220;esportes digitais” serão representados nos jogos olímpicos através de um torneio de games paralelo ao evento principal, com disputas para jogadores de todos os níveis de experiência.&#8221;</p>
<p>E jogadores de Tibia não se desesperem, as paraolímpiadas vem ai! xD<br />
aeoiaeoiaeoeiaoieoieeioeioeieoieoeioeaae</p>
<p><strong>E começa a revoluçã nerd! </strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://qualquerbobagem.awardspace.com/?feed=rss2&amp;p=18</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>O Pirralho Pervo (Parte II)</title>
		<link>http://qualquerbobagem.awardspace.com/?p=17</link>
		<comments>http://qualquerbobagem.awardspace.com/?p=17#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 20 Apr 2008 04:26:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jeft</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Crônicas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://qualquerbobagem.awardspace.com/?p=17</guid>
		<description><![CDATA[   
Pois é, como eu ia dizendo&#8230;
Jeft não era bicha, nem tinha tendências, mas a desconfiança de seus pais fez com que ele também ficasse desconfiado com sua própria sexualidade. Ao assistir a TV ele via algum homem bonito, e, naturalmente ele pensava “égua, esse cara é bonito!”, era um pensamento involuntário e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> <!--[if gte mso 9]&amp;gt;     Normal   0         21         false   false   false      PT-BR   X-NONE   X-NONE                                                     MicrosoftInternetExplorer4                                                   &amp;lt;![endif]--><!--[if gte mso 9]&amp;gt;                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                &amp;lt;![endif]--> <!--  /* Font Definitions */  @font-face 	{font-family:"Cambria Math"; 	panose-1:2 4 5 3 5 4 6 3 2 4; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:roman; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:-1610611985 1107304683 0 0 159 0;} @font-face 	{font-family:Calibri; 	panose-1:2 15 5 2 2 2 4 3 2 4; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:swiss; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:-1610611985 1073750139 0 0 159 0;}  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-unhide:no; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-parent:""; 	margin-top:0cm; 	margin-right:0cm; 	margin-bottom:10.0pt; 	margin-left:0cm; 	line-height:115%; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:11.0pt; 	font-family:"Calibri","sans-serif"; 	mso-ascii-font-family:Calibri; 	mso-ascii-theme-font:minor-latin; 	mso-fareast-font-family:Calibri; 	mso-fareast-theme-font:minor-latin; 	mso-hansi-font-family:Calibri; 	mso-hansi-theme-font:minor-latin; 	mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; 	mso-bidi-theme-font:minor-bidi; 	mso-fareast-language:EN-US;} .MsoChpDefault 	{mso-style-type:export-only; 	mso-default-props:yes; 	mso-ascii-font-family:Calibri; 	mso-ascii-theme-font:minor-latin; 	mso-fareast-font-family:Calibri; 	mso-fareast-theme-font:minor-latin; 	mso-hansi-font-family:Calibri; 	mso-hansi-theme-font:minor-latin; 	mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; 	mso-bidi-theme-font:minor-bidi; 	mso-fareast-language:EN-US;} .MsoPapDefault 	{mso-style-type:export-only; 	margin-bottom:10.0pt; 	line-height:115%;} @page Section1 	{size:595.3pt 841.9pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:35.4pt; 	mso-footer-margin:35.4pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --> <!--[if gte mso 10]&amp;gt;   /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-priority:99; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin-top:0cm; 	mso-para-margin-right:0cm; 	mso-para-margin-bottom:10.0pt; 	mso-para-margin-left:0cm; 	line-height:115%; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:11.0pt; 	font-family:"Calibri","sans-serif"; 	mso-ascii-font-family:Calibri; 	mso-ascii-theme-font:minor-latin; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-theme-font:minor-fareast; 	mso-hansi-font-family:Calibri; 	mso-hansi-theme-font:minor-latin;}  &amp;lt;![endif]--></p>
<p>Pois é, como eu ia dizendo&#8230;</p>
<p>Jeft não era bicha, nem tinha tendências, mas a desconfiança de seus pais fez com que ele também ficasse desconfiado com sua própria sexualidade. Ao assistir a TV ele via algum homem bonito, e, naturalmente ele pensava “égua, esse cara é bonito!”, era um pensamento involuntário e natural, mas logo depois ele se perguntava: “eu sou bicha por estar achando aquele cara bonito? Caralho isso é coisa de bicha, tenho que parar com isso”. Esses pensamentos atordoaram a cabeça do nosso amigo por muito tempo, era um grande problema que ele tinha que resolver e passou muito tempo se empenhado em provar pra si mesmo que ele não era uma bicha. Jeft logo encontraria algo mais importante para se preocupar.</p>
<p><strong>A Grande Descoberta</strong></p>
<p>Numa tarde chuvosa, jeft, seu irmão e um amigo estavam brincando no quintal. A chuva parou e então jeft foi pra dentro de uma bacia cheia d’água. Lá ele começou a tocar e fazer alguns movimentos no seu pintinho gelado, aquilo foi ficando prazeroso, muito prazeroso, então ele gritou:</p>
<p>- Caralho, descobrir um negocio muito firme.</p>
<p>- O que? – Perguntou o irmão curioso.</p>
<p>Jeft ensinou. O irmão gostou e falou para o amigo, que ficou todo sem graça e não quis fazer. Os dois irmãos sempre se deram muito bem. Então quando Jeft ensinava alguma coisa nova para o irmão, ele sempre dava ouvidos, pois confiava em seu irmão e sabia que nunca se decepcionaria. Os dois irmãos deram inicio a um dos atos mais práticos de sentir prazer. Mas não durou muito, a empregada chegou e interrompeu uma das experiências mais importantes na vida dos dois irmãos. Nenhum dos dois chegou ao limite do prazer.</p>
<p>O pirralho foi direto para o banheiro para tentar aperfeiçoar a sua nova descoberta. Sentou-se no vaso sanitário e começou a executar sua técnica. Ficou um bom tempo ali, fazendo os movimentos, então resolveu mudar de posição. Deitou-se no chão do banheiro e firmou os pés e a costa no chão, deixando a bunda despregada da lajota fria, e então segurou seu fiel amigo com o dedo polegar e com o indicador e voltou a fazer o movimento sem parar. Ele não sabia o que o motivara a continuar fazendo aquele movimento em seu peruzinho, para a surpresa dele, com um tempinho começou a sentir uma sensação muito prazerosa, bem mais prazerosa que a sensação de ficar só fazendo os movimentos. Seu coração disparou, ele se sentia mole, as pernas ficaram bambas e uma sensação enorme de prazer tomava conta do seu corpo. Naquele momento, Jeft despejou de uma vez todo o prazer que estava contido no seu frágil corpo, despejou tudo que sentiu quando viu aquela menina linda da sala de aula, despejou tudo que sentiu quando viu a revista do pai, despejou todas as suas angustias, despejou toda sua vergonha, despejou toda sua inocência.</p>
<p>Depois disso, veio aquele arrependimento, Jeft tava se sentindo muito sujo. Mas tava se sentindo tão leve quanto uma pluma. Ele não sabia se o que sentia era ruim ou bom, era um misto de repulsa e atração. Depois desse dias ele nunca mais seria o mesmo.</p>
<p>Jeft batizara essa sensação de “cosquinha”. Agora ele estava se sentindo um Cabral no momento em que descobriu o Brasil, aquela era uma de suas maiores descobertas, e o deixou muito orgulhoso. Novamente jeft encontrou algo mais importante para se preocupar, esquecera tudo que lhe perturbava antes, agora ele só pensava em sentir a “cosquinha”. Na cama, na rede, na arvore, em uma construção, na praça, no banheiro, em todo lugar ele praticava o seu ritual, e tinha que ser como foi feito na primeira vez: pés e costas apoiados na base, segurando o pinto como o polegar e com o indicador, e fazer o movimento sem parar. Se não fosse desse jeito ele não chegaria lá.</p>
<p>Jeft contava orgulhoso a todos os seus amigos sobre sua descoberta, ensinava todos os passos para se chegar ao êxtase. Contou até para uma menina. É isso mesmo que você ouviu, ou melhor, leu. Ele contou para uma coleguinha de classe.</p>
<p>- Ei, eu sei um coisa que eu tenho certeza que tu não sabes. - Jeft diz com ar de superioridade.</p>
<p>- O que? O que? - Perguntou a coleguinha.</p>
<p>- Uma coisa que os homens fazem, mas eu só te conto se tu contar uma que as mulheres fazem.</p>
<p>- Tá legal - Concordou a menina - eu conto, eu conto.</p>
<p>Jeft explicou passo a passo como se faz e ainda contou algumas de suas experiências, enquanto a coleguinha o olhava de olhos esbugalhados.</p>
<p>- Pronto, é isso! Agora me conta o que você me prometeu.</p>
<p>- Não. - Disse a menina envergonhada - eu não tenho o que contar.</p>
<p>Isso o deixou frustrado, mas ele não deu muita importância. O que ele queria mesmo era contar para todos a sua grande descoberta.</p>
<p>Dois dias depois, na aula de reforço. Jeft não entedia porque as outras meninas ficavam olhando pra ele e rindo o tempo todo, e a professora que gostava tanto dele, agora só o olhava com uma cara séria. O leso nem ligou, afinal de contas ele tinha coisa bem melhor para se preocupar. Nem passou por sua cabeça que sua amiguinha tinha falado para todas as suas amigas e para a professora sobre a sua descoberta.</p>
<p>Continuou praticando e contando pra todo mundo. Até que um dia, jeft chega com um amigo para ensinar sua técnica:</p>
<p>- Cara, descobrir uma coisa muito firme!</p>
<p>- O que tu descobriste?  - Perguntou o amigo.</p>
<p>- Como sentir uma cosquinha muito firme no pinto.</p>
<p>- Cosquinha? - O amigo perguntou curioso - no pinto?</p>
<p>- É - Jeft diz orgulhoso. - tu tens que pegar o teu pinto e&#8230;</p>
<p>- Ahhh - o amigo interrompeu jeft - já sei o que é isso! É bater punheta. Punheta, rapá!</p>
<p>- Bater punheta? - Jeft pergunta intrigado - O que é isso?</p>
<p>- É isso que tu ias me dizer agora.</p>
<p>- Quem foi que te falou? - Perguntou jeft muito curioso.</p>
<p>- Todo mundo sabe disso, rapá! - Disse o amigo com ar de deboche.</p>
<p>- Como é que bate punheta então?</p>
<p>- É só tu ficar batendo, ora. - Diz o amigo, agora sorrindo.</p>
<p>Jeft estava preocupado, achando que a sua descoberta já havia sido descoberta. Ao chegar em casa foi direto para o banheiro, queria testar essa tal de punheta, que o seu amigo falou. Então ele entrou no banheiro com a mesma preocupação de um musico acusado de plagio que vai escutar a tal versão original da musica que ele plagiou sem saber.</p>
<p>Pelado debaixo do chuveiro, jeft dá umas cinco tapas com a mão direita no seu pobre amigo. Ao invés de prazer, obviamente o pequeno e inexperiente jeft sentiu dor, muita dor. Mas não ficou triste por não sentir prazer, ficou feliz, tão feliz quanto um pai ao olhar o exame de DNA de seu filho, e constatar que o filho é realmente seu.</p>
<p>- Puta merda! – Exclamou jeft feliz da vida – Esse negócio de punheta não presta, não presta mesmo! Prefiro um bilhão de vezes a minha cosquinha. Acho que aquele filho da puta só queria tirar uma com a minha cara. Onde já se viu? Bater no próprio pinto&#8230;</p>
<p>Isso mesmo, meus amigos. Jeft entendeu errado o procedimento e por um bom tempo acreditou que era o descobridor da cosquinha, ou melhor, punheta. Mas quando descobriu que os direitos da grande descoberta já pertenciam a outro pirralho que ele nunca soube nem nunca saberá quem é, nem se abalou muito. Ele já estava abalado com outro problema muito mais sério. E novamente nosso herói nunca mais seria o mesmo.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://qualquerbobagem.awardspace.com/?feed=rss2&amp;p=17</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Transplantes e afins</title>
		<link>http://qualquerbobagem.awardspace.com/?p=16</link>
		<comments>http://qualquerbobagem.awardspace.com/?p=16#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 17 Apr 2008 01:29:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Brunno</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

		<category><![CDATA[Teorias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://qualquerbobagem.awardspace.com/?p=16</guid>
		<description><![CDATA[Americano se mata após receber coração de suicida
Um americano que havia recebido o coração de um suicida em um transplante, há 13 anos, se matou da mesma forma que seu doador, afirma uma reportagem do jornal americano Beaufort Gazette.
Segundo o jornal, Sonny Graham sofria de insuficiência cardíaca congestiva quando recebeu, em 1995, o coração de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Americano se mata após receber coração de suicida</strong></p>
<p>Um americano que havia recebido o coração de um suicida em um transplante, há 13 anos, se matou da mesma forma que seu doador, afirma uma reportagem do jornal americano Beaufort Gazette.</p>
<p>Segundo o jornal, Sonny Graham sofria de insuficiência cardíaca congestiva quando recebeu, em 1995, o coração de Terry Cottle, que havia se matado com um tiro na cabeça.</p>
<p>Depois de um ano com o novo órgão, ele procurou a família de Cottle para agradecer pelo órgão e acabou se envolvendo e casando com a viúva de seu doador, Cheryl Cottle, em 2004.</p>
<p>O jornal cita fontes da polícia e afirma que, na semana passada, Sonny Graham, que morava no Estado americano da Geórgia com a esposa e tinha 69 anos, se matou com um tiro na garganta na garagem da residência do casal.</p>
<p>De acordo com um amigo de Graham, cerca de 300 pesssoas compareceram ao funeral, realizado na sexta-feira na cidade de Viladia, na Geórgia.</p>
<p>Segundo os amigos do casal, Graham não aparentava estar deprimido.</p>
<p><strong>Herança</strong></p>
<p>O fenômeno da herança de traços da personalidade do doador em transplantados já foi estudado por cientistas.</p>
<p>Em 2002, a revista científica Journal of Near-Death Studies publicou uma pesquisa extensiva realizada pelo neuroimunologista Paul Pearsall sobre o assunto.</p>
<p>Pearsall havia entrevistado cerca de 150 receptores que haviam passado por transplantes de coração ou de pulmão e afirmou que as células vivas do tecido do órgão transplantado tinham a capacidade de memória.</p>
<p>A teoria, conhecida como &#8220;memória celular&#8221;, foi tema de um livro escrito por Pearsall e inspirou ainda outra publicação - &#8216;A Voz do Coração&#8217;, da professora de dança Claire Sylvia.</p>
<p>Ela, que havia sido entrevistada por Pearsall, descreve sua experiência depois que recebeu o coração de um jovem em um transplante. Sylvia, que nunca havia bebido cerveja, acordou da cirurgia pedindo pela bebida - a preferida de seu doador.</p>
<p>Apesar das pesquisas sobre a herança da personalidade dos doadores, vários especialistas em transplantes afirmam que ainda há pouca prova científica sobre esta relação.</p>
<p>Você acredita que isso  possível? deixe a sua opnião =]</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://qualquerbobagem.awardspace.com/?feed=rss2&amp;p=16</wfw:commentRss>
		</item>
	</channel>
</rss>
