Qualquer Bobagem

Escute uma canção, leia qualquer bobagem, ouça o coração… ou não.

Duas Piadas…

March 31st, 2008 by Jeft

Hoje, 31 de Março, ás 6:45 da manhã…

Jeft diz: Ei vó! Consegui terminar o programinha da Caixa!!

Vó diz: Não acredito!! Até que fim, meu filho. Vais levar hoje?

Jeft diz: Vou sim. Vou colocar na rede hoje mesmo.

Vó diz: Quando foi que tu terminaste?

Jeft diz: 1º de Abril, Vó! HAHAHAHAHAHAHAHA

Vó diz: Hoje é 31, seu retardado!!

Jeft diz: putz!

Gosto muito da minha vó. Tavez eu poste aqui um texto velho que fiz sobre musica e minha avó.

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Uma Piada…

March 27th, 2008 by Bruno Leite

hoje eu vi um esquizofrénico sentado no tedo do ónibus conversando com uma aranha gigante.

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Filmes: No Sufoco

March 25th, 2008 by Jeft

Para inaugurar a nossa coluna sobre filmes, vou falar de um filme que está para ser lançado em Junho deste ano. O filme é uma adaptação do livro “Choke” de Chuck Palahniuk, o mesmo escritor de “Clube da Luta” e “Sobrevivente”. Ainda não li o “Choke”, só li três livros do chuck. Então vou falar aqui sobre as coisas que li em vários sites sobre o livro e o filme.


Esta é a obra em que o humor negro de Chuck Palahniuk está mais visível. De todos os trabalhos anteriores, este é o mais engraçado e sexual, mas ainda continua com o aquele estilo engajado de “Clube da Luta” e “Sobrevivente”. Sempre Mantendo aquela visão critica que não é nem um pouco parecida a daqueles moleques-“Eu odeio o sistema”.

Sam Rockwell, que por sinal é um ator muito bom, vive um anti-heroi descendente direto de cristo, que ganha a vida vestindo roupas ridículas em um museu a céu aberto e nas horas vagas vai a restaurantes aplicar sempre o mesmo golpe: finge engasgar-se ao comer e estar prestes a sufocar. Comove quem o socorre, contando que passa por dificuldades financeiras, o que, invariavelmente, leva seus salvadores a lhe enviarem dinheiro. O dinheiro que obtém dos golpes serve para pagar o tratamento da mãe com Mal de Alzheimer, internada em um sanatório.

Victor Mancini além de golpista é também ninfomaníaco. Ele freqüenta grupos de ajuda para viciados em sexo, mas ele não vai para se tratar, e sim para conseguir sexo fácil com ninfomaníacas. A gente tem muito o que aprender com esse sexólatra.

Não gostei muito de terem escolido o Clark Gregg pra fazer o roteiro e a direção. Ele é mais conhecido como ator; vive o ex-marido de Christine na sitcom The New Adventures of Old Christine. Podiam ter escolido o Charlie Kaulfman para fazer o roteiro e o David Fincher, que dirigiu perfeitamente bem o “Clube da Luta”, para ser o diretor. A produtora é mesma que produziu “Réquiem pra um sonho”.

Um filme que conta a historia de um anti-heroi, sexolatra e descendente direto de Cristo, tirado de um livro de Chuck Palahniuk… Este filme tem tudo pra ser um dos melhores de 2008, ou quem sabe, o melhor.

Clique aqui para ver alguns vídeos do filme

Clique aqui para ler “Guts” , um conto de Chuck Palahniuk.

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A Saia de Zelão

March 23rd, 2008 by Brunno


Meu primeiro post tambem, quero dar as boas-vindas a todas as pessoas que 

vierem a ler essas baboseiras que estamos dispostos a escrever.

 

Desejar uma feliz páscoa pra todos.

 

Sem mais delongas, vamos ao conto :

 

“Certo dia o Zelão resolveu:

 

- Daqui pra frente só uso saia!

 

Ninguém entendeu nada, até porque o Zelão era macho pra valer. Daqueles que coçam o saco na frente da sogra, arrotam no meio da missa e soltam pum no ritmo do hino do corinthians pra divertir a gurizada.
Mas com o tempo o pessoal acabou se acostumando com a saia do Zelão.

 

Bom, sei que um dia ele, o Brito e o Viana resolveram tomar uma cervejinha no boteco do Jofre.
Antes de entrar no carro, o Brito abriu a porta pro Zelão entrar.
O Zelão estourou:

 

- Pombas! Que merda é essa Brito?
- Que foi Zelão, surtô?
- Como que foi, sangue bom, tu abriu a porta do carro pra mim. Tá de gozação com a minha saia, rapá?
- Pô Zelão, foi mal, eu nem percebi. Foi mal.

 

O clima ficou tenso, mas ao chegar no boteco eles relaxaram e o Zelão foi logo gritando:

 

- Duas estupidamente geladas, um suco de laranja e uma calabrezinha acebolada no capricho.

 

O garçom foi ágil, colocou a linguiçinha na mesa, entregou o suco pro Zelão e a cerveja pros seus amigos. O Zelão corou:

 

- O garçom, mais que porra é essa?
- Ué, o suco que você pediu, Zelão. Era com adoçante?
- Cê tá de brincadeira comigo, né chefia? O suco é do Viana porra. Só porque eu tô de saia vou tomar suquinho, malandragem? Sai daqui antes que eu te cubra de bifa, carambolas!

 

O Zelão só voltou a se acalmar depois do oitavo chopp.
E depois de décimo quinto, ele e o Brito foram no banheiro dar uma desaguada.
O Brito abriu o zíper e liberou o niágara.
O Zelão levantou a saia e começou a fazer o mesmo.
Mas algo fez o coração do Brito saltar pela boca.

 

- Puta que o pariu, mais quer merda é essa, Zelão? Tu tá de calcinha, cumpadi?
- Porra Brito, sabe o que é? Quando eu comprei a saia veio três calcinhas de brinde. O que tu queria, pombas, que eu jogasse fora?
- Mas de rendinha, Zelão???? De rendinha????

 

Eles nunca mais tocaram no assunto.
Três semanas depois, o Zelão voltou a usar calça comprida.
Não que a saia abalasse sua masculinidade, mas calcinha entrando na bunda não tem macho que aguente.”

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Jeft e os Vaga-lumes e o Primeiro Post

March 21st, 2008 by Jeft


     Primeiro post do blog. Como ninguem quis ser o primeiro, eu tive que ir de encontra minhas vontades e fazer o primeiro post.

     O blog vai ter cinco colunistas, que vão falar qualquer bobagem diariamente. Ah! Primeiro post é uma chateação. Vou pular essa parte pirenta, e postar um textinho meia-boca.

 

Jeft e os Vaga-lumes

Ontem, meia noite, eu acho. Sentia muito calor e fui tomar um banho. Entrei no banheiro, liguei a luz, mas a luz não acendeu. Tirei minha roupa, e ao entrar no Box, vi três luzes pequenininhas na parede, logo pensei “Três vaga-lumes!! Faz muito tempo que eu não vejo esses malditos!”. Fiquei muito feliz, sério, fiquei muito feliz mesmo! Não é todo dia que se vê um vaga-lume, pois é… Eu tava vendo três.

Ai bateu aquela nostalgia gostosa. Eu sempre via os vaga-lumes quando voltava a noite pra casa com a minha mãe e meu irmão, sempre tinha um monte de vaga-lumes. – Não! Não morávamos no meio do mato – Esse percurso que a gente fazia da casa da vovó para a nossa casa, era longo e cansativo. Mas quando via os vaga-lumes pelo caminho, o percurso já não era mais percurso, era passeio. Ontem quando vi as luzes no Banheiro, lembrei com tanta saudade dos passeios até a nossa casa e da vida que a gente levava.

Depois das lembranças tive a idéia de assoprar as luzinhas para vê-las voando. Agachei-me todo molhado e pelado, e dei um assopro forte em cima dos vaga-lumes, – Imagine a cena – mas eles nem se mexeram. Pensei comigo “Caramba! Eles tão pregados ai?”. Assoprei novamente, e nada. Então tive outra idéia. Ainda agachado, molhado e pelado tentei pegar em um deles, fui com o dedo bem devagar pra não espantar ele, quando encostei o dedo nele, não encostei o dedo nele, e sim na parede, e agora a luz estava em cima da minha unha. Intrigado, levantei-me. Quando me levantei, eles sumiram. Olhei pra trás e vi que tinham três buraquinhos na parede.

Conclusão… Os três vaga-lumes foram parar na minha nadega esquerda.

Três buraquinhos na parede do banheiro me fizeram voltar láááá pra minha querida infância. Uma simples ilusão me fez ter um momento de felicidade. É preciso de muito pouco para termos nossos momentos felizes.

É isso ae :)

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